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4 motivos para incluir tecnologia na gestão tributária


tecnologia na gestão tributária

Maior carga tributária da América Latina: infelizmente esse é mais um título que as empresas brasileiras não se orgulham em ostentar. Segundo a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) 33,4% do PIB (Produto Interno Bruto) é utilizado apenas para o pagamento de impostos. O número, que é 50% maior que a média da região, torna urgente a realização da gestão tributária.

A enorme quantidade de tributos somada aos entraves da legislação tributária expõem um cenário complexo e desfavorável.

Neste contexto, algumas ações tornam-se necessárias para a sobrevivência do negócio. Listamos 4 para você conferir:

1. Priorizar o compliance tributário

Uma ferramenta tecnológica que assegure o processo de conformidade é capaz de garantir algumas exigências, tais como conhecer todas as obrigações a serem cumpridas, entregá-las no prazo e seguir as regras de emissão da NF-e.

A validação dos dados contidos nas obrigações acessórias e da escrituração assegura que não há informações divergentes entregues ao Fisco. Por exemplo: o cruzamento de todas as NF-e recebidas com os arquivos gerados do SPED Fiscal EFD. Já as informações de cadastro de fornecedores estarão sempre atualizadas. Isso garante que os dados que vão determinar o cálculo dos impostos e os códigos dos produtos ou serviços não terão erros.

2. Fazer o planejamento tributário

No planejamento tributário são examinados todos os fatores relativos aos impostos que incidem sobre a empresa.

Essa investigação é facilitada quando sua empresa detém o controle dos tributos incidentes sobre as operações realizadas. E nisso a tecnologia de um software fiscal pode ajudar. Uma ferramenta inteligente pode fazer a geração das obrigações fiscais ao trabalhar em conjunto com o ERP (Enterprise Resource Planning).

3. Elisão fiscal na prática

O planejamento tributário e as informações providas por um software fiscal permitem a realização da elisão fiscal, estratégia para pagar a menor carga possível de impostos. É claro que, para isso, é necessário um profundo conhecimento da legislação fiscal.

A elisão é diferente da evasão. Enquanto a primeira é utilizada antes da obrigação ser gerada, por meio do planejamento tributário, na segunda, por meios ilícitos, evita-se o pagamento de tributos, o que é comumente conhecido como sonegação fiscal. O ISS (Imposto Sobre Serviços), com alíquota definida por cada município, é um exemplo clássico. Caso o município vizinho tenha valores mais atrativos não há impedimento para a mudança do estabelecimento do prestador, se esta for o critério espacial da hipótese de incidência do tributo.

4. Automatizar a apuração de impostos

Você sabe bem o quanto é trabalhoso delegar ao seu time a apuração manual de impostos. Errar é uma das características do comportamento humano e a chance de cálculos incorretos serem realizados é grande. Um dos princípios de uma gestão tributária exemplar leva em conta deixar no passado essa tarefa. E, mais uma vez, a utilização da tecnologia certa é essencial. Com base no levantamento da realidade da empresa, um software de determinação e cálculo de impostos é capaz de apurar todas as obrigações, incluindo alíquotas e bases de cálculo, oferecendo agilidade e rastreabilidade no cálculo tributário. Além disso, é possível monitorar a legislação vigente e garantir a aplicação das regras que impactam o seu negócio.

A Avalara possui soluções para as diversas etapas da jornada tributária. Fale com a gente e entenda qual a melhor para o seu negócio.